Bora Pescar Podcast: A estreia do podcast que vai te fisgar!
Lucas Baggio e Rafael Pops batem um papo reto sobre os bastidores da pesca esportiva, os melhores pesqueiros e a emoção de tirar um 'trintão' da água.
Nasce um novo podcast: Bora Pescar na área!
A galera do FQDTV Esporte inova mais uma vez e lança o projeto piloto do podcast “Bora Pescar”. Em um bate-papo descontraído, que promete ser a cara das conversas de mesa de bar, Lucas Baggio e Rafael Pops, o popular Pops, inauguram a série com o pé direito. A ideia é mergulhar de cabeça no universo da pesca esportiva, trazendo conteúdo de forma mais íntima e envolvente para os amantes do esporte.
O primeiro episódio já chega com a promessa de muita interação. Embora a gravação inicial tenha sido um teste, a meta é migrar para o formato ao vivo, incentivando a participação ativa dos espectadores com perguntas e debates. A comunidade “Bora Pescar” promete crescer e se fortalecer a cada novo episódio.
Pops, figura conhecida em alguns vídeos do canal, especialmente pelos episódios no Recanto Maravilha, compartilha como a paixão pela pesca foi passada de geração em geração em sua família. “Acredito como a maioria das pessoas vem hereditário, assim, meu pai já pescava, meu vô já pescava, meu pai pescou e hoje eu pesco e é o que eu quero passar pra minha filha”, revela. Essa herança afetiva é um dos pilares que movem muitos pescadores.
Do Tacamores à Amazônia: A jornada de Baggio e a inspiração de Pops
Baggio, por outro lado, confessa que a paixão pela pesca não veio de berço. Foi um amigo da faculdade, Daniel, que o apresentou ao pesqueiro Tacamores, um local que se tornou palco de muitas histórias e que será lembrado em futuros episódios. “Eu aprendi a pescar, né, que ganhei, fiquei viciado em pesca graças a um amigo meu da faculdade”, conta Lucas, que logo expandiu seus horizontes do pesqueiro para o mar, rios e até a Amazônia.
A conversa flui para as técnicas de pesca, com destaque para a pesca de superfície. Pops revela que a inspiração para migrar da tradicional pesca de fundo para a superfície veio ao observar Lucas em ação. “Vendo você pescar de superfície, eu falei: ‘Pô, cara, isso é um negócio que eu quero para mim, assim, eu preciso aprender esse tipo de pesca, cara, de verdade’,” confessa Pops, que agradece a Lucas por ter sido sua “inspiração até hoje”.
Lucas brinca que a declaração de Pops não foi combinada, mas ressalta a importância de desmistificar a pesca. “A pescaria de superfície, ela acaba sendo também umas da que a gente mais tem ação, dependendo do dia”, explica, destacando a importância de acertar o momento certo, geralmente no início da manhã ou no final da tarde.
A evolução na pesca é um tema recorrente. “Você vai estudando sobre aquilo que você gosta e aí você conhece outros lugares, outras pessoas, elas te mostram o caminho das pedras”, diz Pops, que buscou conhecimento em vídeos e artigos para aprimorar suas técnicas de superfície. A persistência e a adaptação, como a troca de cores de iscas ou a variação de alturas, são chaves para o sucesso, especialmente em pesqueiros.
Pops, que se declara um pescador de pesqueiro (99% das suas pescarias acontecem nesses locais), compartilha suas experiências, inclusive as menos agradáveis no mar, onde o enjoo é um inimigo constante. Lucas promete trazer fotos antigas que mostram Pops em ação no mar, para a diversão da galera.
Quando perguntado sobre seus pesqueiros favoritos, Pops aponta o Arujá como seu top 1, seguido de perto pelo Sol Pescaria e Recanto Maravilha. Ele destaca a qualidade dos peixes no Arujá, mas critica a estrutura. Já o Sol Pescaria impressiona pela estrutura e pelo tamanho dos peixes, mas sofre com a lotação. “Não adianta ter um peixe grande com uma estrutura boa, só que tem 100 pessoas na beira do lago”, pondera. O Recanto Maravilha é elogiado pela ação e pelas grandes pescarias que proporcionou.
Onde o peixe grande mora?
Trintada, Tuca e os perrengues da pescaria!
Lucas apresenta seu top 3 de pesqueiros, que inclui o Três Irmãos, em Itariri, pela nostalgia e pela infraestrutura que permite acampar e pescar tucunarés. Ele também cita o Sol Pescaria, local de muitas idas e passagens marcantes, e o Arujá, que apesar dos problemas de estrutura, oferece grandes pescarias. A menção a pesqueiros como o Mihara, conhecido pela dificuldade, e o antigo Sol, com muita ação, adiciona mais nuances ao debate.
O “trintão”, um tamba acima de 30 kg, é apresentado como o troféu máximo nos pesqueiros, assim como o “80 up” (tucunaré acima de 80 cm) na Amazônia. Pops compartilha uma história hilária sobre um funcionário do Arujá que, logo cedo, duvidou que ele conseguiria tirar um “trintão” do lago, minando a expectativa do pescador.
Outro perrengue compartilhado é o do anzol que fisgou o dedo de um companheiro, um lembrete dos riscos e imprevistos que fazem parte da aventura da pesca. Esses relatos, recheados de bom humor e detalhes, prometem render muitas outras histórias nos próximos episódios do “Bora Pescar”.
A conversa também aborda a questão da tilápia, considerada uma praga em muitos pesqueiros, e as estratégias dos proprietários para tentar controlar a situação, como a despesca. “É um problema eterno”, lamenta Pops, que prefere focar nos tambas maiores.
O podcast se encerra com um convite para a audiência compartilhar seus próprios top 3 de pesqueiros nos comentários, incentivando a interação e a construção de uma comunidade ainda mais forte em torno da pesca esportiva. A promessa é de mais debates, dicas e, claro, muita pescaria nos próximos episódios do “Bora Pescar”.
Não vai, porque aí não tem peixe de 30.— Funcionário do pesqueiro (para Pops)
Assista na íntegra
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